segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Mauá e o Apagão (2001)

ATIVIDADE DE ENTENDIMENTO SOBRE A RELAÇÃO TEMÁTICA EM HISTÓRIA:
MAUÁ x APAGÃO


Professor DJNI® - HISTÓRIA 7ª SÉRIE /agosto 2001
SEU NOME: ____________________________________ Nº ___________


PROBLEMA: Depois de estudarmos o início da industrialização no Brasil do século 19, tentou-se vincular o tema a crise energética atual. Muitos pais e alunos reclamam que a sala não consegue ligar uma coisa à outra! O que fazer? Que tal pensarmos um pouco a respeito agora? Siga os passos abaixo:
1º PASSO: Individualmente, pense sobre os dois temas olhando o caderno, os textos e anotações do relatório do filme se estiverem com ele.
2º PASSO: Anote em separado o que entendeu sobre os dois assuntos:
SOBRE MAUÁ E A INDUSTRIALIZAÇÃO NO BRASIL: ____________
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SOBRE O APAGÃO: ______________________________________
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3º PASSO: com um colega de sala tente explicar com suas palavras quais as possibilidades de relacionar um tema ao outro;
4º PASSO: ao concluir sua explicação, peça para seu colega fazer o mesmo, anote nas linhas abaixo o que entender da explicação que ouviu:
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5º PASSO: Agora anote no verso deste formulário se é possível ou não relacionar os dois assuntos. Se já consegue relacionar os temas, anote a sua explicação.

Estudos sobre o Brasil Colonial.

CICLO DE ESTUDOS SOBRE O BRASIL COLONIAL

Atividade específica para os segundos anos. CEFAM/CAMPINAS
3º/4º bimestres – HISTÓRIA – PROFESSOR DNI®

outubro/2000


Explicações sobre o desenvolvimento do trabalho:
ü O trabalho será desenvolvido em grupos de estudo.
ü Apenas o estudo e a preparação serão feitos em grupo. O processo de avaliação é individual.
ü Serão destinadas aulas para leitura, estudo e preparação da produção final do trabalho, todas aqui na escola.
ü Esta atividade procura mesclar as dinâmicas já desenvolvidas no curso deste ano:
1.     Estudo de eixos temáticos.
2.     Discussão/debate sobre as polêmicas do assunto.
3.     Leitura de material iconográfico.
4.     Produção escrita sobre o conteúdo entendido.

Sobre o conteúdo do trabalho:
ü São seis textos diferentes sobre o mesmo período histórico.
ü Brasil Colônia – 1500/1822.
ü O estudo será feito a partir de eixos temáticos; Religião, Escravidão Indígena, Escravidão Negra, O Engenho Colonial, A Época do Ouro e as Revoltas Coloniais.
ü Cada grupo de seis alunos, seguindo ordem crescente de chamada, vai ler um texto diferente. Veja abaixo que texto você deverá adquirir no xerox;
1.     Do número 01 a 06; Texto 1 “Introdução / Açúcar e colonização” do livro “A Civilização do Açúcar Séculos XVI a XVII” de Vera Lúcia Amaral Ferlini. Coleção Tudo é História volume 88. Editora Brasiliense.
2.     Do número 07 a 12; Texto 2 “A Igreja Católica na Terra de Santa Cruz” do livro “Religião e religiosidade no Brasil colonial” de Mary Del Priori. Coleção História em Movimento. Editora Ática.
3.     Do número 13 a 18; Texto 3 “Os índios escapam da escravidão: os negros são um bom negócio da igreja”.de Júlio José Chiavenatto. Extraído do livro “O Negro no Brasil”. Editora Brasiliense.
4.     Do número 19 a 24; Texto 4 “O grande genocídio contra o negro no Brasil” de Júlio José Chiavenatto. Extraído do livro “O Negro no Brasil”. Editora Brasiliense.
5.     Do número 25 a 30; Texto 5 “Descoberta do ouro e formação de Minas/O apogeu do ouro” de Cristina Leminski. Extraído do livro “Tiradentes e a Conspiração de Minas gerais”. Coleção História em Aberto da Editora Scipione.
6.     Do número 30 em diante; Texto 6 “O que parece, mas não é” de Júlio José Chiavenatto. Extraído do livro “As lutas do povo brasileiro”. Coleção Polêmica. Editora Moderna.

Sobre o estudo e desenvolvimento do trabalho
ü Depois de adquirido o texto, o grupo deverá esquematizar uma leitura de entendimento entre todos.
ü Cada grupo deverá levantar aspectos importantes do texto a serem passados para a sala. O número destes aspectos deverá ser correspondente ao número de integrantes do grupo.
ü Cada aluno ficará responsável por um aspecto levantado. Ele deverá aprofundar mais o assunto em outras bibliografias e selecionar uma iconografia correspondente.
ü O grupo deverá produzir textos destes aspectos importantes encontrados na leitura. Estes aspectos devem estar articulados. Os textos e as iconografias deverão ser colados em papel manilha ou cartolinas para posterior exibição para a sala.
ü Cada aluno explica o aspecto que aprofundou. Deverá também explicar a iconografia pesquisada e colada.
ü O grupo terá 50 minutos para trabalhar os aspectos levantados. Sugiro que façam um trabalho articulado e cooperativo, pois cada aspecto terá uma média de 8 minutos para explicação.

Sobre a avaliação do trabalho

ü Só a preparação é feita em grupo. O aprofundamento dos aspectos levantados e a iconografia são responsabilidade única e exclusiva cada aluno.
ü Cada aluno será avaliado em três itens; 1) Produção do texto.
     2) Iconografia. 3) Explicação do aspecto levantado.
Sugestões úteis;
Ø Organizem um trabalho cooperativo decidindo juntos os aspectos que devem ser aprofundados. Cuidado na lógica e seqüência dos aspectos importantes.
Ø Façam discussões internas a fim de esclarecer as dúvidas. Os alunos desinteressados não serão problemas, afinal a avaliação é individual. A dificuldade em resolver sua parte sem a participação nas reuniões de estudo é dobrada! É impossível desenvolver sozinho este trabalho!
Ø  A pesquisa iconográfica ficará mais fácil se houver socialização. Geralmente há alunos com material em casa ou com certa facilidade de encontra-las em nossa biblioteca.

Avaliação sobre imagem.

Escola do SÍTIO / Campinas/SP
Avaliação de História – Professor DJNI® - maio de 2001.
8ª série.

Nome: ________________________________________________________________ nº ______.
Data: ____ / ____ / 2001.

Atenção! Leia as instruções para realizar uma boa prova.

1º Esta avaliação pode ser feita com consulta. No entanto, UTILIZE APENAS O SEU MATERIAL!
É proibido o empréstimo de qualquer material (texto, dicionário, caderno).
3º Responda as questões preferencialmente com CANETA. Fazendo a lápis, perde-se o direito de reclamar de falhas na correção.
4º Leia bem o material entregue para fazer a prova. Lembre-se que ela é dissertativa e cada resposta merece um aprofundamento adequado.

5º Tempo mínimo para entrega: 60 minutos.

Primeira parte: História e a Comuna de Paris 1871.


Morador urbano de Paris, “prepara” ratos assados para vender durante as crises de 1871.

1-      A fome é um dos problemas na França na época da Comuna. Que outras crises você tem conhecimento deste período e que vão ser “combustível” para a guerra entre comunardos e monarquistas franceses?
2-      Em que consiste os conflitos entre Blanquistas e os Internacionalistas?
3-      Qual o legado deixado pela Comuna de Paris?
4-      Há clima político-social no Brasil para uma comuna, como a de Paris em 1871? Justifique suas respostas.

Dica ao aluno. O problema do "achismo!"


L O PROBLEMA DA PALAVRA “ACHO”:
O verbo “achar” expressa entre outros significados; “3. Considerar, julgar, supor” (dicionário Aurélio, página 29, 2ª Edição). Quando você elabora um trabalho, defende idéias, comprova dados, estatísticas e demais informações. Ou seja, por estarem registrados eles ganham caráter definitivo. Até que um outro trabalho contraponha o seu, critique-o e prove o contrário. Assim, o correto é escrever que se tem CERTEZA do que foi escrito e não “achar”. O ato de “achar” pode levar a idéia de ausência de certeza, daí ocultar dúvida, imprecisão, omissão ou mesmo “invenção”. No caso de História, respeitamos os registros. Se um conhecimento é trabalhado e uma idéia difundida é porque houve uma intensa pesquisa anterior. Sendo assim fala-se com a CERTEZA! O problema de ser VERDADE abra uma outra discussão.
Sendo assim sugiro que você ACREDITE naquilo que escreve! Evite “achar”.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Institucional. "Dia D" na escola do meu filho 2013.


Conversando com os pais sobre adolescência.


Um pouco de reflexão filosófica na escola.


Reunião com pais de alunos. 9° ano.


Formação de professores (Pueri Domus/SP)


Organograma funcional para escola estadual.


Material para ambientação de reunião.


Replanejamento Escolar.

Palestra. Tema, bullying.


sábado, 19 de outubro de 2013

Sandra

O ARTIGO ABAIXO FOI ORIGINALMENTE PUBLICADO NO BLOG donideias009 em 6/6/2010

Organizar um texto rápido sobre a carreira de Sandra Bullock seria interessante, ainda que recortássemos o tempo focando apenas 2010. Por Um Sonho Possível, ela ganhou o Framboesa de Ouro como pior atriz do ano. Irônicamente, indicada como candidata aoOscar como melhor atriz, acabou levando a estatueta mostrando as distorções de análise da carreira da atriz. Mas Um Sonho Possível pode servir também de ferramenta de análise para outros temas. Solidariedade, oportunidade, reconhecimento, filantropia etc… Está tudo lá  na biografia filmada de um dos astros do futebol americano Michael Oher. Mas meu olhar sobre o filme focou um dos espaços que auxilia no entrecruzamento dos tais “sonhos possíveis”, a escola. Se há generosidade de sobra na família Tuohy, a mesma falta no Colégio onde o jovem negro é levado para os estudos sem as mínimas condições. Barrado a todo instante pela falta de médias mínimas, de “QI”, de notas, Michael só tem futuro na visão de seus professores, para o esporte. Comovente nas cenas iniciais, a iniciativa da professora de Biologia ao propor um levantamento sobre o que aprenderam seus alunos nos anos anteriores. Michael entrega a prova em branco. No verso de uma das folhas, um barquinho desenhado com traços infantis de um  ”homem palito” dentro dele sorrindo. Às custas de muita insistência com o aluno, professores que teimam na busca de métodos alternativos para acolhê-lo, Michael vence os desafios que poderão torná-lo um jogador profissional de futebol americano, bancado pelo sistema de ensino superior estadunidense. Lá como cá, são profundas as dificuldades de acolhimento de alunos distantes do modelo “ideal”. Modelo esse ultrapassado e decadente, independente da economia e cultura de países ricos como os EUA.

O Apanhador...

O ARTIGO ABAIXO FOI ORIGINALMENTE PUBLICADO NO BLOG donideias009 EM 15/06/2010


Dias atrás fiz uma das últimas avaliações do meu curso de Pedagogia. Em um “insight” criativo, os professores elaboraram uma questão única, a partir de um fragmento do famoso livro de J.D. Salinger, O Apanhador no Campo de Centeio. Eis o trecho; “Seja lá como for, fico imaginando uma porção de garotinhos bricando de alguma coisa num baita campo de centeio e tudo. Milhares de garotinhos, e ninguém por perto – quer dizer, ninguém grande – a não ser eu. E eu fico na beirada de um precipício maluco. Sabe o que eu tenho de fazer? Tenho que agarrar todo mundo que vai cair no abismo. Quer dizer, se um deles começar a correr sem olhar onde está indo, eu tenho que aparecer de algum canto e agarrar o garoto. Só isso que ia fazer o dia todo. Ia ser só o apanhador no campo de centeio e tudo.” (pág. 168) A questão serviu de base para reflexões múltiplas sobre violência escolar, inclusão, dilema reprovação X aprovação automática e escolas que mais rejeitam do que acolhem. O contexto do fragmento no livro, se passa em um diálogo do jovem Holden Caulfield de 17 anos ao falar de seus sonhos. Rebelde, anarquista e questionador, dilacera a transição para a adolescência. Mas o livro é um dos principais enigmas literários do século XX. Escrito em 1951, seria apenas mais um bom romance. Com o passar do tempo, além de muito lido, tornou-se base para um tipo de cultura jovem. Extraí do Wikipédia, uma lista de curiosidades do livro, que o torna uma lenda da cultura pop do século passado:  “O assassino de John Lennon, Mark David Chapman, carregava este livro consigo no dia em que cometeu o crime. Segundo testemunho do próprio Chapman, estava lendo o “Apanhador no Campo de Centeios”, minutos antes de tentar o suícidio e da obra teria tirado inspiração para matar John. Outro fato curioso é que o atirador que tentou matar Ronald Reagan em 30 de abril de 1981, afirmou a mesma coisa, ou seja, que teria tirado do livro a inspiração para matar o presidente Reagan. No filme “Teoria da Conspiração “, Mel Gibson faz o papel de um motorista de taxi psicótico, que acha que todos estão contra ele, ele possui uma compulsão, comprar diariamente um mesmo livro, “o Apanhador no Campo de Centeio”, em sua casa existem milhares de exemplares dessa obra, por conta de uma dessas compras ele é descoberto por seus inimigos e quase acaba morto.” Outras curiosidades giram em torno do escritor do livro, J.D. Salinger. Com o sucesso do livro, Salinger tornou-se recluso e avesso a aparições na mídia. Nenhuma outra obra do autor  teve a mesma repercussão do “O Apanhador no Campo de Centeio.” Salinger faleceu em 28 janeiro deste ano e levou consigo as impressões sobre o sucesso e a influência de sua obra principal. Há um filme com Sean Connery, Encontrando Forrester que trata da reclusão de um famoso escritor. Relembrando os diálogos do escritor com um garoto negro de periferia, sugere-se o que se diria ou perguntaria a J.D. Salingercaso se conseguisse tamanho acesso ao autor se ainda estivesse vivo.  
fontes:
SALINGER, J.D., O Apanhador no Campo de Centeio. Editora do Autor.